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Os Direitos Humanos não são importantes para a UE?

Quinta-feira, 03.12.15

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As ONG presentes na COP21 estão muito satisfeitas com o que têm ouvido sobre a visão de vários países em relação ao novo acordo. Especialmente aqueles que têm vindo a sublinhar que é necessário um acordo que apoie os direitos humanos, incluindo dos povos indígenas. E mais, gostaram de ouvir destes países que o acordo só será um sucesso quando tiver em atenção a igualdade de género, a equidade intergeracional, a promoção da segurança alimentar e uma transição justa para emprego digno.

As ONG, principalmente as europeias, não querem acreditar que a União Europeia (UE) não esteja fortemente comprometida com os princípios da defesa dos direitos humanos. Mas, até agora tem sido muito discreta a forma como tem expressado o seu apoio inequívoco à colocação de referências objetivas neste sentido. Com tantos países que já mostraram a sua posição sobre este assunto, quanto tempo é preciso mais para que a UE tenha uma posição conjunta para se juntar aos países mais progressistas? Como um ator fundamental nestas negociações, de certo que a UE não vai baixar a guarda na defesa de princípios tão cruciais para a Europa, quando o seu destino está a ser decidido. (adaptado deste artigo da Newsletter ECO)

 

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publicado por Quercus às 17:44


1 comentário

De humberto a 08.12.2015 às 12:46

Exactamente como no interior de uma estufa também as plantas (e com "plantas" quero dizer "COBERTURA VEGETAL DO PLANETA") beneficiam de uma maior concentração de CO2 na atmosfera por lhes proporcionar igualmente um maior crescimento e mais rápido desenvolvimento ajudando a contrariar, por exemplo, os efeitos do desmatamento, isto além, obviamente, da agricultura em geral que se tornaria também ela muito mais produtiva.

Algo que até já foi admitido (na parte não traduzida de uma entrevista aqui apenas parcialmente publicada neste blogue a 21/08/2015) pelo Dr Simon Lewis, da «University College London» e «University of Leeds» que se propôs a estender o seu estudo das florestas tropicais da América do Sul às florestas africanas, muito embora o seu aparente preconceito a favor da teoria das Alterações Climáticas Antropogénicas, tal como se pode ler aqui:

http://www.see.leeds.ac.uk/ebi/people/simon-lewis-research.htm


de onde ainda assim se retira esta sua extraordinária conclusão:

«A number of strands of recent research show that apparently undisturbed tropical forests have altered dramatically over recent decades: (1) they have become a net carbon sink, absorbing carbon and buffering the rate of climate change, (2) their tree populations have become much more dynamic, and I have recently shown (3) that these two trends have occurred simultaneously within the same forest stands, as forest productivity has increased.»

Penso ser desnecessário traduzir este pequeno trecho, no entanto, não resisto a sublinhar a ideia desta conclusão do Dr. Simon Lewis - "florestas a alterarem-se dramaticamente devido à maior concentração de CO2 na atmosfera, aumento de produtividade e um crescimento muito mais dinâmico de novas árvores".



(clicar em "POST SEGUINTE" para a continuação)


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