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Aviação e transporte marítimo no acordo de Paris: o apoio dos deputados portugueses é fundamental!

Sexta-feira, 20.11.15

José Inácio Faria dusk 1.jpg

 

A Federação Europeia para os Transportes e Ambiente (T&E), da qual a Quercus é membro, lançou recentemente a iniciativa “Elephants in the Room” (elefantes na sala). Esta campanha é um apelo aos países participantes na COP21, em Paris, para exercerem pressão junto da Organização para a Aviação Civil Internacional (ICAO, da sigla em inglês) e da Organização Marítima Internacional (IMO, da sigla em inglês) no sentido de estabelecerem metas de redução de emissões para os dois setores – aviação e transporte marítimo internacional - consistentes com o objetivo de limitar o aquecimento global em apenas  2ºC e de adotarem as medidas necessárias para cumprir este objectivo.

O setor da aviação é responsável por 5% do aquecimento global de origem antropogénica, enquanto o transporte marítimo internacional emite cerca de 3% das emissões globais de gases com efeito de estufa. Sem uma ação urgente, as emissões de gases com efeito de estufa da aviação e do transporte marítimo internacional poderão aumentar, 250% e 300%, respectivamente, até 2050.

Se o acordo climático a definir em Paris no próximo mês não abranger objetivos de redução de emissões para estes dois sectores, não será possível limitar o aquecimento global em apenas 2ºC. Estes dois sectores são cruciais para a economia global, mas o seu crescimento deve ser sustentado no futuro, salvaguardando os recursos do planeta, e sobretudo, dos países mais vulneráveis do mundo.

José Inácio Faria, um dos deputados portugueses no Parlamento Europeu, já deu o seu apoio a esta iniciativa.

 

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publicado por Quercus às 09:39


2 comentários

De humberto a 22.11.2015 às 15:06

«A Federação Europeia para os Transportes e Ambiente (T&E), da qual a Quercus é membro, lançou recentemente a iniciativa “Elephants in the Room” (elefantes na sala). Esta campanha é um apelo aos países participantes na COP21, em Paris, para exercerem pressão junto da Organização para a Aviação Civil Internacional (ICAO, da sigla em inglês) e da Organização Marítima Internacional (IMO, da sigla em inglês) no sentido de estabelecerem metas de redução de emissões para os dois setores – aviação e transporte marítimo internacional - consistentes com o objetivo de limitar o aquecimento global em apenas 2ºC e de adotarem as medidas necessárias para cumprir este objectivo.»


Não é fácil perceber porque razão hão-de querer travar o aquecimento global que se iniciou com o fim em 1850 da Pequena Idade do Gelo e que dizem (em previsões sempre erradas) irá continuar nas próximas décadas.

Não estão satisfeitos por a Pequena Idade do Gelo ter terminado? Eu decididamente estou pois foi o seu fim que permitiu a era industrial e todo o desenvolvimento tecnológico e social verificado desde então.


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«O setor da aviação é responsável por 5% do aquecimento global de origem antropogénica,»


Não existe aquecimento global de origem antropogénica. Existe aquecimento local de origem antropogénica como nas "ilhas de calor" formadas pelas cidades que retêm o calor do sol em grandes quantidades nas suas muitas superfícies de alcatrão, pedra, betão, cerâmica, etc., mas global... só em sonhos, nos vossos sonhos!


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«enquanto o transporte marítimo internacional emite cerca de 3% das emissões globais de gases com efeito de estufa.»


O que vocês ambientalistas chamam de "efeito de estufa" é apenas um fenómeno físico chamado "retenção de calor".
Qualquer substância (sólidos, líquidos ou gases - azoto, oxigénio, árgon, vapor de água, dióxido de carbono, metano, ozono, etc.) aquece quando sujeita a uma fonte de calor (por exemplo o Sol) mas logo que essa fonte de calor deixa de incidir sobre esse sólido, líquido ou gás imediatamente o calor armazenado começa a libertar-se e a substância arrefece.

A estufa, por seu lado, é concebida para aprisionar o calor mesmo depois de a fonte de calor ter desaparecido.

Dizer que existem gases com efeito de estufa (que aprisionam o calor) é atribuir aos gases características que estes não têm. Os gases (como qualquer outra substância ou material) de facto armazenam calor quando sujeitos a uma fonte de calor (pode ser o Sol durante o dia mas também podem ser os mares ou oceanos durante a noite a aquecer a atmosfera) mas imediatamente o libertam quando deixam de estar sob a influência dessa fonte de calor, não o aprisionam.

Neste aspecto, os gases em nada são diferentes de uma estátua, de uma pedra ou de um martelo quando expostos ao sol e quando deixam de estar expostos ao Sol. É apenas a Retenção de Calor em funcionamento.


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« Sem uma ação urgente, as emissões de gases com efeito de estufa da aviação e do transporte marítimo internacional poderão aumentar, 250% e 300%, respectivamente, até 2050.»


Isso talvez fosse preocupante se realmente existisse "efeito de estufa" na atmosfera.


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«Se o acordo climático a definir em Paris no próximo mês não abranger objetivos de redução de emissões para estes dois sectores, não será possível limitar o aquecimento global em apenas 2ºC.»


Parece-me muito mais preocupante a grande descida de temperatura verificada esta noite e que se prolongará por mais alguns dias e ainda nem chegámos ao Inverno!


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«Estes dois sectores são cruciais para a economia global, mas o seu crescimento deve ser sustentado no futuro, salvaguardando os recursos do planeta, e sobretudo, dos países mais vulneráveis do mundo.»


Perfeitamente de acordo. Pena é que os ambientalistas adeptos do alarmismo climático tenham optado pela via errada que nunca irá produzir qualquer resultado.


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«José Inácio Faria, um dos deputados portugueses no Parlamento Europeu, já deu o seu apoio a esta iniciativa.»

Nem podia deixar de o fazer. Seria uma enorme contradição o governo deixar de apoiar essas medidas e depois continuar na mesma a cobrar os muitos impostos inventados nos últimos anos para taxar o CO2 e que muito dinheiro dão aos cofres do estado.

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